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Reportagem da TV Vanguarda

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Retiro dos Zeladores 009

NO DIA 17 DE AGOSTO, DIA EM QUE CELEBRAMOS (AQUI NO BRASIL) A ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA AOS CÉUS, ACONTECEU O RETIRO DOS ZELADORES DA GUARDA DE HONRA DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO DA CAPELA DAS IRMÃS SACRAMENTINAS.

FOI UM DIA DE MUITA ORAÇÃO E FORMAÇÃO ESPIRITUAL.

O ENCONTRO FOI REALIZADO NO SALÃO DA GUARDA DE HONRA, NO CONVENTO DAS IRMÃS SACRAMENTINAS.

CONTAMOS COM A PRESENÇA DE DOM ANTONIO AFONSO DE MIRANDA, BISPO EMÉRITO DE TAUBATÉ. QUE FALOU SOBRE A FÉ NA PRESENÇA REAL DE JESUS E NO DEVER QUE OS ZELADORES TÊM DE ENSINAR AOS SEUS ZELADOS A ESTAREM ATENTOS A JESUS EUCARISTICO. ENSINÁ-LOS A FAZER A ADORAÇÃO E A FALAR COM JESUS SACRAMENTADO SOBRE SEUS PROBLEMAS.

EM UM SEGUNDO MOMENTO FALOU SOBRE A CONFISSÃO, SOBRE A NOSSA SINCERIDADE E CORAGEM DE NOS CONFESSARMOS BEM. CONFESSARMOS NOSSOS PRÓPRIOS PECADOS E NÃO OS DOS OUTROS. FALOU DA NECESSIDADE DE NOS ARREPENDERMOS E DA VONTADE DE NOS CORRIGIRMOS.

CLÁUDIA MARIA – DA COMUNIDADE SÃO CARLOS BORROMEU – S. PAULO – DEU UM LINDO TESTEMUNHO SOBRE A FÉ NA EUCARISTIA.

PADRE MARCELO REIS SCJ, REITOR DO CONVENTINHO – TAMBÉM ESTEVE PRESENTE E FALOU SOBRE A NECESSIDADE DE ACREDITARMOS REALMENTE QUE DEUS ESTÁ PRESENTE NA EUCARISTIA. FRISOU QUE OS ZELADORES FAZEM POR AMOR SEU TRABALHO. FALOU TAMBÉM DA NECESSIDADE DE SE FAZER UM PROJETO DE VIDA ESPIRITUAL PARA SE APROFUNDAR NA VIDA ESPIRITUAL.

DA NECESSIDADE DE CRIAR VÍNCULOS COM OS ZELADOS, CONVERSAR MAIS COM ELES E DAR TESTEMUNHO DE NOSSA VIDA.

PADRE MATHEUS – REITOR DO SEMINÁRIO SANTO ANTONIO (FILOSOFIA) – FALOU DA RESPONSABILIDADE E DA ALEGRIA QUE DEVEM MARCAR OS ZELADORES. E DA NECESSIDADE DE TRABALHAR NA VINHA DO SENHOR COM AMOR E MUITA FÉ. OS ZELADORES DEVEM DAR SUA VIDA PELA CAUSA E SE COMPROMETER TOTALMENTE POR AQUELE QUE NOS AMOU PRIMEIRO. DEVEM SER FIÉIS FREQUENTADORES DO SANTUÁRIO DA ADORAÇÃO PERPÉTUA, CUMPRIR BEM SEU DEVER DE ZELADORES E ACIMA DE TUDO REZAR PELOS SEUS ZELADOS.

HOUVE NOS INTERVALOS MOMENTOS DE MEDITAÇÃO SILENCIOSA E MOMENTOS DE SE COLOCAR TESTEMUNHOS EM COMUM.

OS ZELADORES FIZERAM TAMBÉM UM MOMENTO MARIANO, MEDITANDO A ORAÇÃO DO TERÇO EM PROCISSÃO COM A IMAGEM DE NOSSA SENHORA NO QUINTAL DE NOSSO CONVENTO.

O ENCONTRO CONTOU TAMBÉM COM VÁRIAS PESSOAS QUE AJUDARAM NO BOM DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES.

O ENCONTRO ENCERROU-SE COM A SANTA MISSA DAS 17 HORAS CELEBRADA PELO PADRE RICARDO CASSIANO – PÁROCO DA PARÓQUIA SÃO JOÃO BOSCO.

A TODOS O NOSSO SINCERO AGRADECIMENTO.

sERVAS DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO DA ADORAÇÃO PERPÉTUA

IRMÃS SACRAMENTINAS

 

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Vocacional

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Mês Vocacional

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O MestreSlide8

Vinde adoremos II

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Um pouco de história II parte

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A mãe de Pedro Julião Eymard, Maria Madalena Pérlose, era muito piedosa; não deixava passar um dia sem ir ajoelhar-se ao menos por alguns minutos, na Igreja.

Certo dia, no momento de partir, vê seu pequenino Julião, ainda em faixas, que lhe parece estender os braços. A mamãe acomoda o filhinho nas dobras de seu avental e uma vez na Igreja, toma-o nas mãos, apresentando-o, ao soar a campainha, e entre os transportes de seu coração materno, à bênção traçada pelo Ostensório. Maria Madalena, de então em diante, fará sempre assim, quando for dada a bênção para os agonizantes, pois o pequeno, mantendo-se quieto, não perturba o recolhimento. Disse alguém que a educação de uma criança começa aos quatro meses: assim aconteceu com a educação eucarística de Julião Eymard.

Quando já um pouco crescido e sabendo andar sozinho, sua felicidade será acompanhar sua mamãe à Igreja. Segundo a declaração de uma testemunha, jamais ele dizia: “Vamos embora”. Jamais também a mamãe viu-se obrigada a deixar a Missa ou a bênção por causa do filhinho.

Desde pequenino teve ele o sentimento da presença real. Com seis anos apenas, acompanhava com um profundo olhar sua mamãe e sua Irmã, quando estas se aproximavam da Santa Mesa. Certa manhã, ao votar da Igreja, Mariana tomando Julião sobre os joelhos, o irmãozinho recostou-se afetuosamente sobre ela, dizendo-lhe: “Oh! tens um cheiro de Jesus !”

Por volta dos sete anos, mais de uma vez o pequeno Eymard saiu de casa, ausentando-se por alguns minutos, sem ousar dizer onde ia. Seus pais, entretanto, não o repreendiam: sabiam que ele ia à Igreja. Um dia, porém, inquietaram-se, porque Julião tardava a chegar. Annette Bernard, sua irmã de leite, foi mandada à Igreja, procurá-lo. Mas, na penumbra da nave, Julião não estava. Onde teria ele se escondido para rezar? Teria tido a audácia de penetrar no coro? Ajoelhada na Mesa da comunhão, Annette inspeciona as “stalles”. Julião não está. Vencendo sua timidez, a menina vai olhar até mesmo atrás do altar. Que descobre ela? O pequeno, de joelhos, na escada que serve ao Sacerdote para expor o Ssmo. Sacramento. Com a cabeça apoiada no Tabernáculo, Julião permanece imóvel.

Há quanto tempo te procuramos!… exclama Annette. Que fazes tu aí?

– Ora minha oração!

– E porque a fazes tu no alto da escada? Em que pensas tu?

E Julião responde, mostrando, com um gesto, o Tabernáculo onde Jesus repousa: “N’Ele… aí, o escuto e O entendo melhor.”

Não é de estranhar, portanto, que em suas notas íntimas, ao enumerar mais tarde as graças recebidas no decorrer da vida, escreva ele: “Graça da comunhão. O sonho de meus oito anos: tudo para ela.”Igreja II

Julião fazia parte dos meninos do coro; chegou mesmo a ser cerimoniário. O costume exigia, em La Mure, do que estava escalado para acolitar a Missa, que, durante o quarto de hora que precedia, percorresse as ruas, chamando os fiéis com o toque de uma campainha. Era um oficio muito caro a todos os coristas, que mesmo o disputavam. Julião, se fosse possível, desempenhá-lo-ia diariamente. Em todo caso, lançara mão de um estratagema, a fim de poder anunciara a Missa com mais frequência do que lhe permitia o turno dos coristas: passando à tarde pela Igreja, muitas vezes cedia à tentação de tomar a campainha e levá-la para casa; prevenia assim toda concorrência.

Mas, será que Julião não tinha defeitos? Sua fronte larga e boleada denotava teimosia. Em seus olhos vivos, perpassavam relâmpagos, não raro; verdade é, porém, que as doces reprimendas da mamãe desfaziam esses ímpetos passageiros. Julião era também curioso e perscrutador; apesar das proibições expressas, era surpreendido explorando armários e cartazes. Repreendido severamente certa vez, prometeu corrigir-se e cumpriu sua palavra.”

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O Mestre“O Pai procura adoradores em espírito e em verdade” (Jo 4,23)

A adoração eucarística tem por objeto a Pessoa Divina de Nosso Senhor Jesus Cristo, presente no Santíssimo Sacramento, que aí está vivo, desejando ouvir-nos falar-lhe e falar-nos também.
Todos podem falar a Nosso Senhor. Não está Ele aí para todos? E não nos diz Ele: “Vinde todos a mim”? E esse colóquio entre a alma e Nosso Senhor é a verdadeira meditação eucarística, é a adoração. (…)
Considerai a hora de adoração que vos cabe como uma hora celestial; ide a ela como iríeis ao Céu, ou ao banquete divino, e então será desejada e acolhida com alegria. E que vosso coração suspire suavemente por ela, dizendo: “Daqui quatro horas, a duas horas, a uma hora apresentar-me-ei à audiência de graça e de Amor de Nosso Senhor, Ele convida-me, espera-me, deseja-me.” (…)
Apresentai-vos a Nosso Senhor tal qual sois. Seja vossa meditação natural e, antes de recorrer ao livro, esgotai o fundo de piedade e de Amor que está em vós. Amai o livro inesgotável da humildade e do Amor. Acompanhe-vos – é justo – o manual de devoção para repor-vos no bom caminho quando o espírito se distrair ou os sentidos se afrouxarem. Lembrai-vos, no entanto, que o bom Mestre prefere a pobreza de nosso coração ao pensar alheio, por mais sublime que seja.
Acreditai que Nosso Senhor quer o nosso coração, e não o do próximo, e deseja que tanto o pensamento como a oração desse mesmo coração sejam a expressão natural do Amor que lhe temos. Não querer chegar-se a Nosso Senhor com a miséria que nos é própria, ou a pobreza humilhada, é muitas vezes fruto de um amor-próprio sutil, da impaciência ou do temor. E, todavia, Nosso Senhor prefere isto a tudo o mais, a isto ama e abençoa.

(Dos escritos de São Pedro Julião Eymard)

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Retiro da Guarda de Honra

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Caríssimos Adoradores da Guarda de Honra do Santíssimo Sacramento:

Informamos que o retiro dos

Zelados (Adoradores) previsto

para 27 de Abril foi incluído no

_retiro do dia 28 de Setembro._

O dia de retiro começa às 8h. e termina

com a Santa Missa às 17h. Convém

não deixar para depois sua inscrição,

pois as vagas são limitadas. Inscreva-se

com a Conceição no Salão da

Guarda de Honra (14h. às 16h. Nº258),

ou na Portaria (nº 258 , nos horários de

atendimento da Portaria).

e-mail: servasadperpetua@sacramentinastaubate.org.br

(fone: 3632.2863)

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Batismo de São Pedro Julião Eymard

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5 DE FEVEREIRO DE 1811 BATISMO DE SÃO PEDRO JULIÃO EYMARD

Pia batismal

5 de fevereiro

“Dia do meu Batismo. Meditei sobre a graça inteiramente gratuita e misericordiosa que recebi no Santo Batismo, as imensas graças derivadas do meu batismo: filiação de Deus, membro de Jesus Cristo, filho da Igreja, irmão dos Santos com direito à graça de Jesus Cristo – Nosso Senhor minha lei e Nosso Senhor Sacramentado meu fim.”

(trecho da meditação de São Pedro Julião Eymard, em seu

Grande Retiro de Roma de 25 de janeiro a 30 de março de 1865)

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UM POUCO DE HISTÓRIA

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Dia 04 de fevereiro de 1811: Nascimento de São Pedro Julião Eymard

 Casa do Padre Eymard web

Pedro Julião Eymard nasceu numa segunda-feira, em 4 de fevereiro de 1811. Batizado no dia seguinte teve por padrinhos seus dois irmãos. Pedro Julião – que, de ora em diante será chamado simplesmente Julião – por muito tempo deu a Mariana apenas o nome de “madrinha”. Quanto a Antonio, seu padrinho, deveria deixar o lar em 1813 para incorporar-se à guarda imperial. Numa última carta, comunicará à sua família sua partida para Mayence; nunca mais dará notícias: Antonio será um desses “desaparecidos” inumeráveis cujos túmulos, depressa destruídos, demarcaram as estradas da Rússia e da Alemanha.

O pai do pequeno Pedro Julião inscreveu-se na confraria dos Penitentes do Santíssimo Sacramento, cujas obrigações cumpria com fidelidade: exemplo de uma vida cristã, assiduidade às missas dominicais e às procissões. Deveras trabalhador, era ávido de lucro; era um homem inflexível, teimoso, e, embora de bom coração, tinha alternativas de humor. Sua esposa, de caráter benigno, era muito piedosa; não deixava passar um dia sem ir ajoelhar-se ao menos por alguns minutos, na Igreja. Entretanto, as ocupações não faltavam à Maria Madalena: não aceitara ser nutriz da pequena Annette Bernard, que Julião chamará sua “irmã de leite e de adoção”? Assim mesmo, somente motivos graves a impediam de correr à Igreja quando soava a “benção dos agonizantes”: alguém na paróquia estava prestes a comparecer diante de Deus; Maria Madalena ia receber, em intenção do moribundo, a benção da Santa Hóstia.

Certo dia, no momento de partir, vê seu pequenino Julião, ainda em faixas, que lhe parece estender os braços. A mamãe acomoda o filhinho nas dobras de seu avental e uma vez na Igreja, toma-o nas mãos, apresentando-o, ao soar a campainha, e entre os transportes de seu coração materno, à benção traçada pelo Ostensório. Maria Madalena, de então em diante, fará  sempre assim, quando for dada a benção para os agonizantes, pois o pequeno, mantendo-se quieto, não perturba o recolhimento. Disse alguém que a educação de uma criança começa aos quatro meses: assim aconteceu com a educação eucarística de Julião Eymard.

Quando já um pouco crescido e sabendo andar sozinho, sua felicidade será acompanhar sua mamãe à Igreja. Segundo a declaração de uma testemunha, jamais ele dizia: “Vamos embora”. Jamais também a mamãe viu-se obrigada a deixar a Missa ou a benção por causa do filhinho.

Desde pequenino teve ele o sentimento da presença real. Com seis anos apenas, acompanhava com um profundo olhar sua mamãe e sua Irmã, quando estas se aproximavam da Santa Mesa. Certa manhã, ao votar da Igreja, Mariana tomando Julião sobre os joelhos, o irmãozinho recostou-se afetuosamente sobre ela, dizendo-lhe: “Oh! tens um cheiro de Jesus !”

Clique no link abaixo e veja as fotos:

http://eymardianplaces.com/la-mure/eymards-house/

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A Santa Comunhão

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A SANTA COMUNHÃO – (2ª parte)

(Trechos tirados das Obras Completas de São Pedro Julião Eymard)

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A Eucaristia … não nos foi dada apenas para fortalecer-nos contra as tentações e as paixões, mas, também, como remédio e o único remédio verdadeiro para tosos os males. Ela é o balsamo salutar que cura as feridas de nossa alma causadas pelo pecado mortal que, mesmo perdoado deixa uma chaga profunda, difícil de ser cicatrizada. O sacramento da penitência, nos perdoa, nos purifica. Perdoa nossos pecados quanto ao castigo, mas a ferida fica sempre em nossa alma. É preciso aplicar-lhe um balsamo para cura-la completamente; este balsamo é a santa Comunhão. Comungai, é o único remédio, nada substitui a santa comunhão e a santa comunhão substitui tudo.

Uma conversão sem comunhão é duvidosa, não quanto ao seu efeito, mas quanto à sua perseverança. Um pecador convertido pode muito bem se confessar muitas vezes, mortificar-se, fazer grandes penitências. Esses meios, sem dúvida, são de grande auxílio e ajudam a deixar o pecado. Quebram as correntes que o amarram e o mantém cativo. Mas digo e asseguro que se ele se limita a isso, se não comunga, não persevera. Será desmotivado pela violência dos combates que deverá enfrentar todos os dias contra antigas paixões das quais ainda ressente as feridas e que o fazem recair. Sem esperança de vitória, logo abandonará tudo no abismo, na devassidão de suas vergonhosas paixões.

Um homem recém convertido necessita da santa comunhão para resistir as suas tendências e curar suas feridas. Mas me dirão, eu rezo. Sim, isto é bom, mas não basta. Sei por experiência , que nem mesmo a oração é suficiente. Nas diferentes missões que realizei, vi pecadores convertidos quase em desespero, dizerem: desde minha conversão confesso-me frequentemente, rezo, faço penitência, jejuo, dou esmolas e sou sempre o mesmo, recaio sempre. Não posso me corrigir, não há mais salvação a misericórdia de Deus terminou para mim. Comungaste ? – Oh! Não. Parou lá. Muito bem. Comungai e encontrareis força para resistir e bálsamo para amenizar e cicatrizar vossas chagas.

Sei muito bem, uma alma que derrama lágrima de penitência se torna pura e bela. Recebe um segundo batismo pelo qual se purifica. Fica apenas com a chaga, a ferida do pecado perdoado, que deve cicatrizar-se inteiramente. Os santos Padres dizem mesmo que uma alma purificada pela penitência tem mais mérito do que uma virgem, porque combate mais. Ah! Certamente, não! Algumas vezes, ao contrário, nossas tentações aumentam quando as renunciamos (…). O orgulho se revolta diante da menor coisa; os sentidos reclamarão sem cessar e o coração tão apegado às criaturas ainda as procurará. que deve fazer ainda esta alma tão agitada? Deve comungar até que suas paixões sejam vencidas.

No início da conversão seria necessário comungar todos os dias, mais tarde diminuir. Uma pessoa cuja conversão é apoiada somente nos sacrifícios, penitências, sofrerá muito, não terá paz. Ouvi dizer: Antes da minha conversão não era tão infeliz. Ela não comungava. Quanto mais paixões tendes, mais deveis comungar. – Mas eu sou fraca – ah! Maior razão, pois sois muito fraca para sustentar o combate, ide receber o Rei com seu exército e triunfareis.

(continua)

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